sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Refugiados em busca de um mundo sem fronteiras

 

Ricardo Bown aborda neste livro o drama dos que são obrigados a fugir de seu país e buscar refúgio onde, muitas vezes, a acolhida vem acompanhada da discriminação e do preconceito. Por meio da narrativa de Lili, uma garota comum que um dia vê se juntarem à sua sala dois refugiados, o colombiano Pablo e o leonês Jeremmy, o autor discute a tolerância cultural e valoriza o diálogo entre as diferenças. Dando voz às experiências de Jeremmy e Pablo, Ricardo Bown discute a importância de valorizar o humano nas sociedades e compreender que todos são semelhantes, independentemente da cultura, do sexo, da cor, da religião e das crenças políticas.

 

fonte; https://books.google.com.br/books/about/Refugiados_em_busca_de_um_mundo_sem_fron.html?hl=pt-BR&id=R8ZoPgAACAAJ 

 O fim do homem Soviético

Prémio Nobel de Literatura 2015
Volvidas mais de duas décadas sobre a desagregação da URSS, que permitiu aos russos descobrir o mundo e ao mundo descobrir os russos, e após um breve período de enamoramento, o final feliz tão aguardado pela história mundial tem vindo a ser sucessivamente adiado. O mundo parece voltar ao tempo da Guerra Fria.
Enquanto no Ocidente ainda se recorda a era Gorbatchov com alguma simpatia, na Rússia há quem procure esquecer esse período e o designe por a Catástrofe Russa. E, desde então, emergiu uma nova geração de russos, que anseia pela grandiosidade de outrora, ao mesmo tempo que exalta Estaline como um grande homem.
Com uma acuidade e uma atenção únicas, Svetlana Aleksievitch reinventa neste magnífico requiem uma forma polifónica singular, dando voz a centenas de testemunhas, os humilhados e ofendidos, os desiludidos, o homem e a mulher pós-soviéticos, para assim manter a memória da tragédia da URSS e narrar a pequena história que está por trás de uma grande utopia.

fonte:http://www.segredodoslivros.com/sugestoes-de-leitura/o-fim-do-homem-sovietico.html